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Qual sua opinião sobre pecuaristas que produzem qualidade mas não conseguem ser beneficiados pelos programas de qualidade dos frigoríficos?

Qual sua opinião sobre pecuaristas que produzem animais com qualidade mas não conseguem abatê-los e serem beneficiados com programas de qualidade? Veja os tweets e deixe sua opinião nos comentários.

Confira os tweets abaixo:

Angus 1/2 sangue com 20 meses, terminado na dieta de milho inteiro no MS. Foto enviada por nosso leitor Natalino Cavalli Jr.

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Qual sua opinião sobre pecuaristas que produzem qualidade mas não conseguem ser beneficiados pelos programas de qualidade dos frigoríficos?

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Equipe BeefPoint! :-)

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  • Os programas são ótimos o que falta é um conhecimento maior por parte do produtor. O desconhecimento trás muita insegurança, falo de causa própria pois a poucos meses me inscrevi no programa novilho precoce MS, estou muito satisfeito. ' Parabéns pelo programa e a este site pelas informações'.

  • No RS onde quase 100% é castrado um cliente frequentemente tinha a mesma reclamação, somente 60% dos animais recebiam bonificação, na média isso acrescentava 3% ao $ final. Pois bem acompanhando abates e romaneios pude concluir que:
    1-Muitos animais com gordura fora dos padrões da bonificação(leia-se 1 e 2)
    2-Animais considerados fora do padrão da raça (ineficiência na identificação no frigorífico)
    3-Idade animais fora da faixa de bonificação.

    Em cima dessas informações trabalhamos para melhorar o número de animais bonificados, sugiro que façam o mesmo, acompanhem seus abates e façam a leitura dos romaneios para reverter o quadro, quanto aos machos inteiros há somente uma solução chamada canivete!Att.

  • Eu acho que este é um dos principais entraves para a melhoria dos animais abatidos no nosso país, pois o pecuarista que investe mais para produzir um animal mais novo e de qualidade muitas vezes não recebe nada a mais por eles.

    Uma saída para isto seria a implementação de um sistema de classificação e tipificação de carcaças, em caráter obrigatório e que pagasse o produtor pelo tipo de animal que ele produziu, independente de qual estado ele está e de qual frigorífico seus animais foram abatidos. (mas isto parece ser difícil para nosso país)!

  • Concordo com a maioria dos leitores. Os frigorificos do MS ,ou melhor o frigorifico quase unico, paga quanto e quando quer, desestimulando a melhora das carcaças pois o criador não sabe quanto vai receber no dia do abate.
    Um exemplo tipico é o couro pelo qual o frigorifico não paga nada mas gostaria de recebelo sem marcas

  • Fazemos ciclo completo com cerca de 20% da nossa boiada 1/2 sangue angus e o restante boiada nelore que conseguimos abater num intervalo de 24 a 36 meses. Na Bahia ninguém remunera por animal de qualidade, a única coisa que ganhamos é com melhor rendimento de carcaça, devido ao melhoramento genético do rebanho e ao semi-confinamento realizado na fazenda.

  • O animal 1/2 sangue europeu , inteiro superprecoce é uma maquina de eficiência. O maior beneficio está na melhora dos índices zootécnicos da propriedade, portanto beneficio da porteira para dentro. A possibilidade de agregação de valor, não pode ser avaliada isoladamente, pois como disse, o beneficio maior esta em ganho de peso, conversão, etc.. Trata-se de um commoditiy mais macio.
    Por outro lado, a produção de animais castrados para programas de qualidade, estes sim, necessitam de contrato de fornecimento, pois existe um grande risco de produzir um animal mais caro e sem o beneficio da premiação é prejuizo na certa.
    Portanto não podemos achar que o inteiro superprecoce é passivel de alta premiação , pois não produz uma carne que o consumidor mais exigente deseja.

  • Infelizmente produzir carne de qualidade em nosso país não passa de um idealismo que nós criadores e técnico embora façamos bem e conscientes não temos retorno financeiro que estimule. Pelo contrário nos aumenta o custo.

  • Concordo com o Andre Sorios.
    Estas bonificações são para inglês ver. Aos pecuaristas simplesmente não funcionam.
    Se houvesse vontade por parte dos abatedores, o processo poderia ser muito simples. O comprador poderia resolver no ato da vistoria, e pronto. Era só pagar. Isto não ocorre.
    Serve apenas para mídia.
    Flávio Abel
    Caxias do Sul - RS

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