MT registra pior resultado de abate desde abril de 2017

Nas estradas: Na última semana o Indea-MT tornou disponíveis os dados de abate de bovinos, e pelo segundo ano consecutivo a bovinocultura de corte sofreu um “baque” de fora da porteira. Foram 338,35 mil bovinos mato-grossenses abatidos no último mês, volume 18,55% menor que o registrado em abr/18, sendo o pior resultado de abate desde abr/17, mês seguinte à operação Carne Fraca. Historicamente, o mês de maio apresenta um volume maior de abate do que o mês de abril em Mato Grosso, no entanto, a paralisação dos caminhoneiros durante as duas últimas semanas de maio contribuiu para que em 2018 este fato histórico não se repetisse. Como esta situação é atípica, a tendência é que os animais que não foram abatidos durante esse período sejam realocados para junho e julho, podendo pressionar assim o mercado do boi gordo nas próximas semanas.

Observações:
8 – Considera-se para o cálculo do equivalente físico do boi gordo um animal de 17 arrobas ou 255 quilogramas de carcaça; 49% do peso advém do traseiro com osso, 39% do dianteiro com osso e 12% da ponta de agulha, todos os cortes com osso no atacado.
9 – Consideram-se para o cálculo equivalente físico do boi gordo + couro/sebo os pesos dos cortes cárneos com osso e o peso do couro e sebo obtido no abate de um bovino.
10 – Consideram-se para o cálculo equivalente físico do boi gordo + couro/sebo + subprodutos o peso dos cortes cárneos com osso no atacado, o peso do couro e sebo e os pesos dos subprodutos da indústria.
11 – Consideram-se para o cálculo equivalente dos cortes desossados + couro/sebo + subprodutos o peso dos cortes cárneos desossados no atacado, o peso do couro e sebo e o peso dos subprodutos da indústria.
12 – Para o cálculo da relação de troca entre o boi gordo e o bezerro de 12 meses considera-se um boi gordo de 17 arrobas.

Fonte: Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (IMEA).


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