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MS: funcionários do Torlim bloqueiam embarques

Empregados do frigorífico Torlim, em Itaporã, fizeram protesto na manhã de hoje depois de boato de que a empresa vai fechar. Os funcionários do setor de embarque deixaram de embarcar as 30 toneladas de carne que seria enviada à exportação para Israel e Hong Kong, carga avaliada 200 mil reais. A medida foi tomada para evitar que o estoque fosse comercializado e garantir carga equivalente ao valor de débitos trabalhistas, referentes a duas cestas básicas por trabalhador - em atraso, vencimento da sétima parcela do remuneração acertada durante greve no ano passado, pagamento do mês de maio e o acerto final de 150 funcionários que podem ser demitidos.

Empregados do frigorífico Torlim, em Itaporã, fizeram protesto na manhã de hoje depois de boato de que a empresa vai fechar. Os funcionários do setor de embarque deixaram de embarcar as 30 toneladas de carne que seria enviada à exportação para Israel e Hong Kong, carga avaliada 200 mil reais, segundo o site Itaporã Hoje.

A medida foi tomada para evitar que o estoque fosse comercializado e garantir carga equivalente ao valor de débitos trabalhistas, referentes a duas cestas básicas por trabalhador – em atraso, vencimento da sétima parcela do remuneração acertada durante greve no ano passado, pagamento do mês de maio e o acerto final de 150 funcionários que podem ser demitidos.

Segundo os empregados, a Torlim chegou a oferecer um “cupim” para cada funcionário, que seria entregue após o carregamento, mas o “acerto” não foi aceito. O Sindicato dos Trabalhadores em Industria de Alimentação deve ingressar com Medida Cautelar para impedir o comércio da carne, visando assegurar os direitos dos trabalhadores.

Segundo o gerente da empresa, Ednei Pardim, “não dá para entender qual o motivo do protesto. A empresa não atrasou salários, não tem nenhum débito com os funcionários”, garante. Apesar de admitir que as cestas básicas referentes ao mês passado ainda não foram repassadas, Pardim assegura que os alimentos já foram comprados e serão entregues.

Ele também conta que ontem venceu a quinta parcela de negociação feita há 5 meses, também depois de greve dos funcionários, mas não considera o atraso significativo, que justifique protesto nesta terça-feira. “Já começamos a contratar gente em Dourados para fazer esse serviço e vamos resolver ainda hoje o problema”, diz o gerente.

As informações são do Campo Grande News, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.

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