Até quando o ciclo pecuário ficará na fase de baixa?

Observando a proporção de abate de fêmeas desde 2001 (média móvel 12 meses), nota-se que atualmente o abate de fêmeas está aumentando segundo os dados do IBGE até o 3T12.

Desta forma, o aumento da participação de vacas no abate total desde 2011 indica que o ciclo pecuário está em baixa. Isto ocorre pois os criadores estão descartando seu rebanho, aumentando assim a oferta de abate e reduzindo o preço da arroba. 

Interessante também que há um indício de estabilização na taxa de abate de fêmeas, sem aumento nos últimos meses.

No final do 1T13 o IBGE publicará os números de abates do 4T12.

O que você acha que acontecerá?

O pico de abate de fêmeas do ciclo atual será superior ao pico de 2006 e 2007 ou este tende a ser mais curto do que a média dos ciclos anteriores?

Deixa sua opinião e comentário para enriquecermos esta discussão e analisar qual a espectativa para a pecuária nacional.

19 thoughts on “Até quando o ciclo pecuário ficará na fase de baixa?”

  • Henrique Heinz de Freitas - 24/01/2013

    A pecuária está passando por um processo de ajuste, onde só vai permanecer no mercado produtores que tiverem qualidade e produtividade; o amadorismo na criação de gado está com os dias contados. Está chegando a hora e a vez dos técnicos agropecuários(zootecnistas,técnicos pecuários,etc…) serem mais valorizados com auxilio decisivo nesta nova fase da pecuária mundial.

  • marcelo baptista - 24/01/2013

    na minha região ,RIO DE JANEIRO ; tenho observado uma crescente no abate de fêmeas e a justificativa dos pecuaristas é que você compra femeas mais barato , com mais facilidade ,maior quantidade de oferta e muitas pessoas não estão realmente fazendo questão de criar ,(reproduzir) e sim ganhar apenas na engorda para abate. Pois tenho observado um ágio muto alto nos bezerros( Machos) ; chegando ao valor de ATÉ R$135,00.e talvez por esse motivo as fêmeas tem sido alvo ;até pelo deságio. .
    Há casos também em que estão abatendo fêmeas prenhes de até 4 meses , como argumento de ganho de peso ; geralmente em novilhas para dar um visual de melhor escore corporal e um falso ganho de peso na hora da venda ; onde muitas vezes o comprador não se importa ou finge que não vê.
    Será preciso conscientizar o pecuarista a mudar esta visão e enxergar que sem fêmeas ,não se têm pecuária ,na verdade estão dando um tiro no pé.
    Quanto ao comparativo com 2006/2007 talvez a coisa fique igual ou piore pois a situação financeira está muito difícil e a saída para fazer dinheiro rápido que alguns estão vendo é realmente o descarte de fêmeas de imediato ,até porque as condições climaticas também estão atrapalhando.(bezerro(M) é tido como dinheiro em caixa.

  • Luis Machado - 24/01/2013

    Na realidade o ciclo da pecuária está em baixa, creio que o título quer dizer que “Quando o sistema de engorda deverá ficar em baixa?” Se tivermos menos animais, fruto do abate de fêmeas, e não ocorrer outra interferência como mercado externo, é de se esperar um ciclo de alta da pecuária como um todo. Acontece que quando se abate mais fêmeas há tendência de melhorar a remuneração do bezerro e do gado magro, fase da produção tradicionalmente mal remunerada. Neste cenário o engordador tem sua remoneração diminuída e como, este tem mais poder de reclamar, grita. Mas como um todo a pecuária tende a ganhar com menor oferta e melhores preços. O grande problema da pecuária e a expansão do rebanho, que não para de crescer.
    Luis Machado

  • Luis Antonio S. - 24/01/2013

    Primeiramente parabéns pelo tema que foi posto em questão.

    Em meu ponto de vista vejo que essa novela só vai acabar quando a cadeia produtiva da carne (pecuaristas) se unir, com apoio dos sindicatos rurais, governos estaduais e federal, formando alianças e montando cooperativas com plantas frigorificas e atuação forte no mercado as coisas começaram a melhorar. Diminuindo assim expeculações de mercado, causado por algumas empresas, que causam e irão continuar causando isso por muito tempo na pecuária brasileira da porteira para dentro se não for tomada nenhuma providencia urgente.

  • Rodrigo Swain - 24/01/2013

    O ciclo pecuário marcado pelo abate de fêmeas pode estar apenas começando. Estamos com rentabilidade na produção de grãos muito boa e um custo da pecuária altíssimo, um saco de mineral valendo quase o valor de 1@. Falta uma política que beneficie o médio pecuarista, aquele que tem de 100 a 500 matrizes… Estes migrarão para grãos, cana e reflorestamento.

  • Edemar de Assis da Silva - 24/01/2013

    O Abate de fêmeas vem de encontro com a insatifação dos pecuaristas em relação aos preços, por este motivo estão arrendando seus pastos para o cultivo de soja e milho, onde a liquidez anda muito melhor.

  • Antonio Cesar - 24/01/2013

    Isso foi sempre assim, sobe e depois desce. Nao só para setor de pecuaria mas toda a agricultura (comodities) se comporta desse jeito. Isso é histórico é só um questão de se adaptar a esse comportamento. Nunca vai mudar.

  • Roberto Trigo Pires de Mesquita - 25/01/2013

    Não faz mais sentido diferenciar o preço de femeas e machos do desmame ao abate. Na moderna pecuária de corte, na cria, recria, engorda a pasto e confinamento, femeas e machos são submetidos a manejos semelhantes, com custos e rendimentos muito próximos e qualidade final da carne absolutamente idêntica para animais de mesmo padrão racial e faixa etária.
    Quem atesta isso são as gôndolas do varejo que não precificam diferencialmente os cortes de machos e fêmeas. O consumidor então, nem percebe se está levando carne de “vaca” fêmea ou macho.
    Se nos rebanhos comerciais 100% dos bezerros são criados com destinação para o abatedouro, as estatísticas de abate de femeas deveriam ser meramente orientadas para apurar o índice de descarte de matrizes, sem qualquer importância na valorização ou desvalorização das cotações do mercado da carne bovina.
    É interessante notar que no caso da comercialização do vitelo o sexo não é levado em consideração, valorizando-se unicamente a qualidade da carne, que tem que ser saborosa, macia e cor de rosa.

  • Mario H Harder - 25/01/2013

    Com os atuais custos dos insumos da ração a engorda precoce praticamente foi inviabilizada, aliada ao fato de que hoje temos apenas um frigorifico ditando o preço do mercado a tendência é cada produtor diversificar mais sua produção, diminuindo a pecuária e aumentando a agricultura. Nessa integração pecuária/agricultura acredito que, nas condições atuais, a pecuária continuará perdendo por muito tempo

  • Rodrigo Albuquerque - 26/01/2013

    A baixa tecnologia comum a maior parte da cria levou ao péssimo estado das pastagens destinadas as vacas (vemos isto nas estradas). Sendo assim os rebanhos de cria estão expostos as secas de maneira mais agressiva. Terras fracas sao destinadas para vacas, via de regra. As ultimas estações chuvosas nao foram fartas em regularidade, vide esta que estamos vivendo. A consequência sao muitas falhas, menos bezerros para venda e assim matrizes vão ao abate para manter renda. Cremos que isto (abate de matrizes) tenha começado no inicio de 2012, e que este movimento tenha sido turbinado pelo clima irregular das chuvas de set/12 para ca. Para mim, Sao Pedro esta encurtando este final de ciclo pecuario, acelerando o descarte de matrizes. Desta forma, 2012/2013 estariam para o ciclo pecuario atual, tal como 2005/2006 foram para o ciclo anterior. E para nossa sorte, o proximo ciclo deve se iniciar antecipadamente tambem, pois justamente em 2014 nosso momento economico interno deve ser tambem turbinado pela sequencia de eventos que teremos em nosso pais. Traduzindo em datas de maneira pragmatica e sem medo de errar, nosso atual ciclo encerra-se em 2013, ou seja, a fase de baixa encerra-se no final de 2013, iniciando o o ciclo pecuario novo em meados de 2014. Como o final ciclo atual sera antecipado devido a clima e pressao de custos, e o proximo ciclo antecipado devido a economia, deveremos ter um vale menos profundo de depressao de precos em 2013, bem como um intervalo de tempo menor entre o vale de precos deste final de ciclo e o pico de precos do proximo ciclo. Este intervalo foi de 4 anos no ultimo ciclo (2006 a 2010). Diria hoje que sera de 2 a 3 anos, ou seja, entre 2014 e 2015 poderemos ter uma arrancada da arroba, quiçá antes….

  • Rogério Martins Esteves - 26/01/2013

    O ciclo de baixa será longo, porém menos distante em preços do ciclo de alta. Vejo que a eficiência do pecuarista, os ganhos genéticos e a evolução e aplicação das tecnologias na área nutricional tem mantido a oferta de carne sempre em alta para que a indústria frigorífica pague o que achar conveniente a ela. O giro de fêmeas é rápido e temos muitos agricultores fazendo pecuária na entressafra agrícola e esta precisa ser de ciclo curto entrando aí as novilhas e terminação de matrizes descarte. Os pecuaristas mesmo, pouco tem diminuido suas matrizes. Observo pontuais elevações de percentual de reposição com descarte de vacas para fazer caixa, mas com retenção de novilhas de reposição o que impacta apenas numa estação de monta.
    Com os custos nutricionais mais altos referentes a milho, sorgo e farelo de soja, é possível que a engorda rápida mesmo a pasto tenham queda e o ciclo de alta retorne num curto prazo. É esperar pra ver.

  • Marco Antônio S M Leme - 26/01/2013

    A recria e a engorda propiciam uma resposta mais eficiente ao investimento em tecnologia que, como todos concordam, é um fator fundamental para a subsistência da pecuária como atividade economicamente viável (fim do amadorismo).

    O abate de fêmeas não significa necessariamente que está se comprometendo a taxa de natalidade do rebanho nacional. Seu crescimento ocorre em progressão geométrica, e o mesmo não acontece com o mercado de consumo, de modo que é perfeitamente possível continuar aumentando o abate de fêmeas; ele só não pode ser indiscriminado.

    A união dos dois pontos de vista leva a um cenário favorável à proliferação de pequenas propriedades nas quais a exploração da atividade de cria carece da escala suficiente para valer a pena, e aonde a dita tecnificação vai ao encontro da melhora na qualidade do produto final e quem sabe à diminuição na amplitude do ciclo em tela (estabilização verificada hoje).

    Só fica faltando um planejamento capaz de coordenar as etapas de cria, recria e engorda com um amadurecimento do processo de comercialização, tanto no cenário internacional quanto no que diz respeito ao aumento do consumo interno, aspecto este que infelizmente parece ser renegado a um segundo plano e, ao meu ver, muito promissor.

    Há espaço suficiente para todos os elos da cadeia. A não ser que a vontade política queira que tudo continue exatamente como está: basta continuar fazendo tudo do mesmo jeito, que nada vai mudar.

  • Marcos Simões - 26/01/2013

    A minha expectativa quanto a economia não me deixa ter uma visão tranquila quanto ao atual ciclo pecuário.
    Pra minha propriedade decidi: 1) reduzir rebanho; 2) prolongar os prazos de retorno e 3) evitar perdas. Quanto ao resto, deixar “a vida me levar”. Viver cada dia como se fosse o último. Acomodado? Pessimista? Desanimado? Não sei! Mas creio que isto esteja acontecendo com muitos.

    Agora uma coisa está bem viva dentro de mim. Só teremos uma pecuária avançada e lucrativa, quando tivermos uma REGULAÇÃO OFICIAL dos processos e procedimentos de cria, recria e engorda. Quem se enquadrar na regulação ganhará muito dinheiro, mas quem ficar fora não terá comprador para seu rebanho. Temos que profissionalizar a atividade, até como proteção dos consumidores e do meio ambiente. Vejam bem, não estou pedindo intervenção do governo. Isso não! Fora! Mas o que quero é que os frigoríficos, já muito fiscalizados, só comprem gado chancelado e para isso terão que pagar o preço justo.

    É crime enrolar o comprador final, misturando carne de terceira categoria como se fosse de primeira e o consumidor comendo “carne” por apenas ser carne e não por ter qualidade. O Governo tem culpa dessa situação.
    Pra mim é utópico pedir a união dos produtores. O que se tem que fazer é criar as regras (regular) e quem quizer produzir tem que se enquadrar, caso contrário use suas terras para produzir outra coisa.

  • Reginaldo Fachin - 27/01/2013

    Quem resistiu na pecuaria até o momento já pode se considerar vitorioso; estamos pra viver bons tempos, o mercado externo já está sinalizando isso. Notícias: planta frigorífica fecha nos EUA por falta de matéria prima, preço recorde do bezerro nos EUA, queda na produção pecuária nas principais regiões produtoras dando lugar à agricultura, entre outras… Com tudo isso, penso que agora chegou a nossa vez.
    (Claro que se tivéssemos apoio do governo, ou melhor, se tivéssemos um governo sério e preocupado com os produtores rurais BRASILEIROS nossa posição global estaria em melhor nível. Mas os produtores rurais brasileiros tem raça; nós ainda vamos ocupar o lugar de respeito no cenário mundial!

  • francisco elias abrao - 27/01/2013

    Boa tarde! Não acho que podemos comparar hoje com os anos de 2006/2007. Hoje a pecuária está bem melhor do que naqueles anos. Em 2006 nós estávamos quebrados com preços simbólicos, hoje não está muito bom, mas também não estamos em crise.
    Quem confinou ano passado teve um custo de 72,00 a 75,00 por @, deu pra ganhar dinheiro. Hoje quem não investir em tecnologia, está cada vez mais fora da pecuária. Não esperem ótimos preços, porque preço bom é de vez em quando que acontece. Temos que entender que pecuária é com margem apertada, mas realmente na pecuária só ficarão os bons.
    Isso aconteceu no mundo inteiro, e aqui não será diferente.

  • Humberto A. Santos Filho - 28/01/2013

    Não podemos esquecer que grande parte deste aumento de abate de matrizes vem em função do aumento do plantio de grãos nos pastos já degradados, principalmente na região centro oeste, onde a oferta de pasto para arrendamento diminuiu muito.

  • Eber Silva de Paiva - 28/01/2013

    Pode se avaliar que a pecuária desde 2006 iniciou um ciclo muito diferente do que era acostumado no passado que vinha de geração a geração. Chegou a hora de buscar tecnologia para poder produzir, o mesmo que aconteceu no passado com as empresas urbanas: quem não evoluiu ficou fora.
    Muitos assustam pelo quanto ficaram para trás, vão direto em busca de equipamentos e aumento de produção a curto prazo. Muitos estão afundado até o pescoço nos bancos com essas atitudes.
    É preciso investir em gestão o mais rápido possível, quem não planeja vai ficar para trás.

    Adm Rural
    Eber Paiva

  • Fernando Bomde - 05/02/2013

    Muitos comentários sensatos, de gente que conhece e vive o negócio. Desejo concentrar em dois pontos abordados pelos comentaristas. Que realmente farão a diferença em se tratando de melhor remuneração.
    a) Abater fêmeas como um artifício, sempre será de certa forma um tiro do pé da cadeia.
    b) A Profissionalização da gestão de fazendas é um caminho sem volta e se o pecuarista não está capitalizado ( que é o aceitável), ele deve no mínimo buscar informações com técnicos extensionistas, participar de cursos de Embrapa por exemplo, das Universidades, entre outros. E que aqueles que podem ter pelo um técnico agrícola, deve fazê-lo, ou então se preparar para no futuro fechar a porteira.
    c) Cooperativismo é a ordem do sucesso para uma região ou cadeia de produção desfavorecida pela remuneração. Se um graveto é fraco e fácil de quebrar, 10, 15, 20 graveto tem lá sua sustentação. A Cada dia a cadeia da indústria de processamento se torna mais robusta e internacionalizada, com banco do governo federal com os cofres aberto e com juros muitos especiais para financiá-los. Então, no mínimo o pecuarista precisa pelo menos comparecer na reunião do Sindicato e Presidente sem ação, não deve ser eleito, tem alguns que entram para depois virar Prefeito. Sem união não tem solução.

  • Romão Miranda Vidal - 19/02/2013

    Sras. e Srs.
    A forma como se apresenta a Pecuária Bovina de Corte no Brasil, faz parte de um sistema atávico e pernicioso. Todos os anos sempre é a mesma cantinela. Todos os anos sempre é a mesma forma de atuar: abatem-se fêmeas para forçar a alta no futuro. Se faz necessária uma só ação ordenada. Sistema Organizado de Produção. Não se tem sequer um minimo exemplo de organização política, administrativa, gestão, social, financeira, econômica, contábil e por ai vai. De nada adianta o investimento em tecnologia de ponta se não existe mercado remunerando tal investimento. Existem sim, mercados compradores na “bacia das almas”. Um approach” junto aos governos, nas três instâncias, só resultará em uma ação genuflexitória, antes os dirigentes de plantão, sejam ministros, deputados, senadores, governadores, prefeitos e etc. Sempre irão cobrar “algo”. São do tipo daqueles que não sabem fazer churrasco, mas pensam e até se sentem donos do carvão, do fósforo, do espeto, mas não da carne.
    A pecuária bovina de corte deve-se espelhar na indústria automobilística.
    Se alguém discordar democraticamente, estamos caminhando para o fim deste sistema produtivo.
    Se alguém concordar, deveremos nos espelhar na organização da Cadeia Produtiva Automobilística. Ela depende do governo? Qualquer movimento que resulte em demissão de funcionários, o governo treme e entra em pânico e aquiesce aos pleitos das montadoras. Carro como produto fim, alimenta?
    A Pecuária Bovina de Corte, a exemplo das demais Pecuárias, como a de Leite, Ovina, Caprina, Suína, Avícola (corte e ovos),Peixes de águas internas, necessitam de se organizar em “células” produtivas de modo a se organizar a nível municipal, estadual e nacional. Amadorismo leva a esta situação. Qual é o benefício para um ou uma pecuarista de bovino de corte ou para o corte, em adotar alta tecnologia? Querem a resposta? É só olhar e morrer de inveja nas indústrias automobilísticas, mecânicas, medicamentosas, aeronáuticas. Qualquer solavanco, o governo corre para pronto atender. Quantas indústrias das acima citadas, faliram? Quantas indústrias destas exemplificadas sofrem do “efeito sanfona”? Quantas industrias possuem Centros de Pesquisas só para parafusos, corrêias, freios, bronzinas, engrenagens, portas, bancos, específicos? Nenhuma. A Pecuária de Corte como um todo, possuí Centros de Pesquisas invejáveis como a Embrapa e dos Centros Estaduais de Pesquisas. Se tal acontece, qual a razão pela qual vive-se em constante crise? Culpar o govêrno em que nível for, é se apequenar. Depender do governo pior ainda. A Pecuária Bovina de Corte, deverá se organizar em “células” e se fortalecer da base. Mas dirão, para os grandes pecuáristas não existe crise. Quantos vivem exclusivamente da Pecuária Bovina de Corte? É o momento de cortar o cordão umbilical em relação aos governos e buscar caminhar com os prórpios pés. E a Pecuária Bovina de Corte com as patas.
    Médico Veterinário Romão Miranda Vidal

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