5 armadilhas que acabam com o lucro do pecuarista

Olá, tudo bem?

Primeiro, uma pergunta simples e muito importante.

Você pretende sair da pecuária?

Esse ano?
Ano que vem?
Nos próximos 5 anos?
Nos próximos 10 anos?

Me responde, depois de ler esse email todo.

Por onde eu ando, em palestras, eventos, cursos, viagens, as respostas são muito interessantes sobre a reflexão de longo prazo na pecuária.

Praticamente todo mundo que eu conheço não vai sair da pecuária. Não vai sair do agro.

Pense nas suas respostas para essas 3 perguntas:

1- Há quantos anos você trabalha com pecuária?

2- Há quantos anos sua família trabalha com pecuária?

3- Você pretende trabalhar por mais quantos anos na pecuária?

Faça a conta, somando o número da pergunta 1, com a pergunta 3. Deu mais de 20?

E muita gente não percebe que existem uma série de armadilhas do longo prazo na pecuária.

Listei aqui 5 armadilhas da pecuária:

Armadilha 1:

O pecuarista se esquece que está numa atividade de longo prazo…

Que um ciclo de preços do boi demora entre 7 e 10 anos.

Que você demora muito tempo para “formar” uma fazenda.

Que o processo de treinamento, capacitação e inspiração da nova geração também é de longo prazo.

Gado.
Fazenda.
Nova Geração.

Os três demoram mais de 10 anos para se “formar”…

E por se esquecer que está numa atividade de longo prazo, toma decisões de curto prazo…

Onde você está pensando mais no longo prazo?
E onde está só reagindo no curto prazo?

Armadilha 2:

Gasta com “infraestrutura” com a desculpa de que está “investindo” na fazenda.

Quem nunca foi numa fazenda que tem um curral que é tão grande, mas tão grande, que é pouco prático usar.

Com isso, acabam fazendo adaptações no curral, e usando apenas uns 30% da instalação.

Quem nunca foi numa fazenda que tem cercas com espaçamento entre os mourões muito estreito (com um gasto enorme de madeira).

Pior que isso, só as estacas pintadas…

Armadilha 3:

Não percebe que está “moendo” a fazenda.

Todo ano tira gado gordo.
Todo ano paga as contas.

Mas não percebe que a fertilidade está cada vez menor.

Que os pastos produzem menos.

Que sua fazenda está “acabando”…

Com isso, vai precisar fazer uma grande reforma (ou pelo menos recuperação de pastos), para retomar a fertilidade do solo…

E não tem caixa ($$$) pra isso…

Armadilha 4:

Trabalha muito mas não sabe explicar como aquilo que ele faz, traz retorno para a fazenda.

É a síndrome do fazendeiro carregador de arruelas.

Correndo pra todo lado.
Sem tempo pra nada.
Stressado.
Cansado.

Mas sem gerar resultado.

Pior, não sabe o QUE ele faz, que efetivamente gera resultado.

Armadilha 5:

Não sabe o resultado (lucro) da sua fazenda.

As vezes a fazenda está dando até prejuízo…
E ele não sabe…

Com isso, não consegue pensar, planejar, trabalhar de forma a gerar resultado.

Pior…

Não consegue mudar de forma precisa…

Tenta de tudo, mas não sabe o que gera lucro…

Daí fica batendo cabeça…

Gastando dinheiro com tecnologias que aumentam a produção (mas não necessariamente aumentam o lucro)…

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E aí…

Você cai (ou já caiu) em alguma dessas armadilhas?

É mais comum do que se imagina, e está tudo bem, se você perceber e escolher mudar.

Me conta, me respondendo aqui.

Você conhece alguma outra armadilha que você já caiu? Ou alguém que você conhece? Me conta, me respondendo aqui…

Um Convite.

Como desenvolver uma estratégia para sua fazenda?

Vou te apresentar uma oportunidade para trabalhar sua fazenda de forma diferente.

O jeito que dezenas de pecuaristas estão trabalhando, com mais resultado, mais lucro, menos riscos.

Você vai descobrir como:

– Trabalhar hoje, com foco nos resultados também no longo prazo

– Como envolver a família, no negócio, de forma agradável e positiva

– O jeito simples e eficaz de fazer com que cada um que trabalha com você na fazenda “faça o que é certo”

– Uma maneira contra-intuitiva de planejar sua fazenda, que aumenta os lucros anuais, e também reduz os riscos

– Como tornar sua fazenda vendável (e porque você quer isso).

– As estratégias para blindar seu lucro e travar prejuízos.

– Os 3 pilares do negócio familiar bem-sucedido.

Vamos que vamos!
Abraços, Miguel


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