O frigorífico Teys, da Austrália, previu que os custos de energia deverão aumentar em A$ 16 milhões (US$ 16,92 milhões) até 2015 por causa da nova taxa para emissão de carbono.
África do Sul negocia para suspender barreiras contra carne brasileira
A África do Sul proibiu a entrada das carnes bovina e suína brasileira em 2005 por conta de febre aftosa em bovinos. Em 2010 derrubou a barreira para os bovinos, a fonte do problema, mas deixou o mercado fechado para suínos sempre com o pretexto de problema sanitário.
Austrália: taxa para emissão de carbono pode fechar frigoríficos temporariamente
O Teys Austrália é um dos quatro frigoríficos – incluindo JBS Australia, Bindaree e Kilcoy – que excederam o limiar de 25.000 toneladas de emissões de carbono. A companhia está considerando fechar uma de suas plantas por um número não divulgado de semanas em uma tentativa de abaixar seu nível de emissões para menos que o limite.
Frigoríficos lamentam rejeição de taxa de exportação para bovinos vivos
Para a Camex, entretanto, a quantidade exportada não cresce de forma a ameaçar o suprimento nacional, já que o rebanho tem aumentado, apesar de incremento nas exportações de bovinos vivos. O pedido para a criação do imposto partiu da JBS, maior processadora mundial de carnes, endossado pelas associações do setor.
UNIEC lamenta decisão da CAMEX sobre a não taxação das exportações de bovinos
Leia comunicado da UNIEC assinado por Francisco Victer, Presidente da UNIEC e divulgado para o mercado nesta terça-feira (12) sobre a decisão da Camex de não taxar as exportações de gado vivo pelo Brasil.
Exportação de boi em pé: Camex nega pedido de taxação
A Camex decidiu negar o pedido da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), da União Nacional da Indústria e Empresas da Carne (Uniec) e da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) de sobretaxar com 30% de imposto de exportação as vendas brasileiras ao exterior de bovinos vivos. Os frigoríficos alegavam que a exportação de gado vivo registrou um acentuado crescimento nos últimos anos, o que estaria limitando a oferta de carne no Brasil.
Fausto Oliveira Neto, leitor BeefPoint, comenta sobre exportações de boi vivo pela Austrália
A ideia, exposta no comentário do Sr Gabriel, de que taxar o “boi em pé” estimularia a industrialização destes animais é um erro comum quando se pensa na atividade. A Austrália, um dos maiores exportadores de carne do mundo, é também um grande player no mercado mundial de animais vivos. Os australianos ao invés de taxar, incentivam o negócio, pois conseguiram enxergar o obvio: os dois mercados são complementares.
ABEG: Gil Reis, Superintendente, atualiza medidas contra a taxação de exportação de boi vivo
“A Senadora Kátia Abreu já se declarou no plenário do Senado, com um belíssimo pronunciamento. Carlos Sperotto (Presidente da Farsul – Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul) também tem trabalhado intensamente contra a taxação. Outro que nos tem dado muito apoio é o Dr. Agide Meneguette da Federação do Paraná e o Carlos Xavier do Pará. Os deputados Marcos Monte, Giovanni Queiroz, Moreira Mendes, Homero Pereira, Senador Flexa Ribeiro e toda a Frente Parlamentar da Agropecuária tem nos dado apoio”, diz Gil Reis.
O tiro no pé do boi em pé
O pedido de taxação de 30% não faz sentido. É um ataque a economia de mercado. A única razão para o percentual escolhido (30%) é copiar o pedido da indústria automobilística contra carros importados. Pode-se resumir como: um número grande o suficiente para inviabilizar qualquer negócio. “Quando protegidos, os negócios locais não melhoram”, diz Michael Porter, maior especialista mundial em estratégia. Por Miguel Cavalcanti, BeefPoint
ABCZ: pecuária brasileira pode ser prejudicada com taxação de exportação de animais vivos
“A ABCZ tem convicção de que a taxação de exportação de animais vivos acarretará impacto negativo não só na pecuária interna, mas em toda a cadeia industrial relacionada ao agronegócio, devido à desvalorização da arroba do boi, que afeta consideravelmente o negócio dos associados, que logram produzir com qualidade e competitividade para os mercados interno e externo”., diz Eduardo Biagi.
