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Veja as previsões do Rabobank para o mercado mundial de carnes

Os cortes da produção de frango deverão ocorrer, direcionados por margens negativas devido aos fortes aumentos dos preços da ração. À medida que isso aumenta os preços do frango, também pode beneficiar a indústria de carne bovina, já que a diferença entre os preços da carne bovina e de frango diminui e possivelmente direciona mudanças em direção à carne bovina.

Índia: grupo propõe sistema global de rastreabilidade

Rao disse que os sistemas de identificação do mundo têm desenvolvido métodos para identificar animais individuais, mas têm negligenciado a importância e a necessidade de identificar simultaneamente e registrar seus proprietários e operadores de cadeias de fornecimento, usando práticas globais uniformes e sistemas codificados, para completar a identificação da cadeia.

Austrália vê oportunidades no mercado da Ásia

O presidente do Meat and Livestock Australia (MLA), Don Heatley, disse durante a reunião geral anual do MLA, em Orange, que o rápido crescimento econômico na Ásia está fornecendo grandes oportunidades para a indústria de carnes vermelhas da Austrália na forma de novos clientes para seus produtos.

USDA reduz previsão de produção e exportação de carne

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reduziu suas previsões de produção de carne nos EUA para 2008 e 2009, de acordo com o relatório de Estimativas de Oferta e Demanda Agrícola Mundial. A menor demanda internacional e a valorização do dólar deverão prejudicar as exportações de carne bovina.

USDA prevê recuo no consumo de grãos

Sem surpresas, o relatório de novembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) trouxe redução de quase 3 milhões de toneladas na produção mundial de soja mundial, que deve, portanto, ser de 235 milhões de toneladas na safra 2008/09. Como ajuste, o órgão americano também reduziu a demanda por esse grão, de 235 milhões de toneladas para 233 milhões. Para o milho, o USDA prevê uma queda de consumo desse grão em rações para 488 milhões de toneladas, ante as 490 milhões previstos em outubro.

UE: Brasil será “gigante exportador” agrícola até 2017

A União Européia avalia que o Brasil consolidará seu status como “exportador gigante” de produtos agrícolas até 2017, visto seu domínio nas vendas de oleaginosas, açúcar, etanol, carnes bovina e de frango. Já a UE deve perder espaço nas vendas de grãos, açúcar, lácteos e carnes. A exceção será para o trigo, cujas exportações deverão aumentar. Os Estados Unidos continuarão líder no comércio de trigo e de milho, principalmente.

Doha é melhor arma contra recessão, diz Amorim

Por mais desejáveis que sejam todos os esforços dos ministros da Economia, reunidos para discutir a crise financeira no fim de semana em São Paulo, a medida de real impacto contra a ameaça de recessão está no campo comercial e depende dos presidentes e primeiros-ministros, afirma o ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim. “A medida anticíclica na economia real, de maior impacto, é a conclusão da Rodada Doha, na Organização Mundial do Comércio”, afirma Amorim. É a única maneira de enfrentar as pressões protecionistas que apontam no cenário mundial, garante.