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Sindirações e FAO reafirmam parceria

Ariovaldo Zani, vice-presidente executivo do Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações), esteve presente no escritório da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), no Brasil, para reafirmar a parceria com a entidade e parabeniza-la pela campanha que decreta 2014 como o “Ano Internacional da Agricultura Familiar”.

Roberto Rodrigues vê outro ano positivo para agronegócio brasileiro

Apesar da forte queda dos preços dos grãos e de sinais de alerta que podem ter efeito negativo sobre a demanda por biocombustíveis no médio prazo, sobretudo a partir do desenvolvimento do gás de xisto nos EUA, a agricultura brasileira deve ter outro ano positivo em 2014. Essa é a avaliação do coordenador do Centro de Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues.

Chuvas do fim de semana aliviaram pouco as regiões secas

Apesar das pancadas de chuva no fim de semana passado em diversas localidades das regiões Sul, Sudeste e Nordeste do país, as precipitações foram insuficientes para reverter o quadro de seca registrado desde o início do ano, de acordo com Marco Antônio dos Santos, agrometeorologista da Somar. Por isso, de acordo com ele, reduções nos potenciais produtivos de lavouras já estão ocorrendo por todo o Brasil.

Principal responsável pela queda do preço médio da carne exportada pelo Brasil foi o câmbio – Fernando Sampaio (Abiec)

O mercado de carnes começa 2014 com sinais desencontrados. Enquanto o preço do boi gordo segue em alta no mercado interno, na exportação as cotações em dólar recuaram em janeiro. No caso do frango, os preços caíram nos dois fronts. Enquanto isso, o segmento de carne suína encara cotações relativamente sustentadas, a despeito das fracas demandas externa e doméstica.

Ministério da Agricultura perde recursos e encolhe

O orçamento do Ministério da Agricultura vem sendo achatado nos últimos anos, enquanto as despesas com funcionários crescem no ritmo da inflação e deixam pouca margem para gastos com investimentos. O orçamento liquidado pelo ministério subiu apenas 14% de 2009 a 2013, passando de R$ 2,9 bilhões para R$ 3,3 bilhões, a inflação acumulada no período alcançou 26,4%. As despesas com o pagamento de funcionários, que subiram de R$ 2,3 bilhão para R$ 2,9 bilhões, acompanharam exatamente a evolução da inflação e passaram a representar 87% do orçamento liquidado da pasta, segundo dados levantados pelo Portal da Transparência.