Será que identificação animal individual continuará crescendo?

A Auditoria Nacional de Qualidade da Carne (NBQA) dos Estados Unidos foi estabelecida para “… [entregar] um conjunto de guias e medidas para ajudar os produtores de gado e outros a determinar a conformidade de qualidade da oferta de carne bovina dos Estados Unidos.”

A premissa da NBQA é baseada em princípios delineados por Edwards Deming – principalmente, a melhoria contínua requer uma tomada de decisão objetiva e baseada em fatos. Os dados são necessários para que os ajustes adequados para a melhoria ocorram.

Ao longo dos anos, a NBQA permitiu que a indústria avaliasse objetivamente o que está ocorrendo em termos de animais e percepções dos envolvidos.

Como parte do esforço, o gráfico abaixo fornece algumas informações sobre as tendências de identificação individua de animais nos últimos 10 anos ou mais. É claro que o uso da identificação individual aumentou desde 2005.

Por exemplo, há 10 anos, apenas 3,5% do gado possuía um identificador eletrônico. Isso agora está mais perto de 17%. Enquanto isso, a porcentagem de animais que não possuem ID é metade da taxa de 10 anos atrás, embora a análise de 2016 mostre que 4,4% do gado ainda não são identificados individualmente.

Essas tendências não são surpreendentes dado o aumento da ênfase na indústria em programas de valor agregado e a necessidade de manutenção de registros mais cuidadosa. A verdadeira questão torna-se a tendência no futuro.

Fonte: BEEF Magazine, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

Uma opinião sobre “Será que identificação animal individual continuará crescendo?”

  • Marco machado - 29/09/2017

    Creio que se a indústria desenvolvesse um software e repassasse aos clientes (Free). Alavancaria suas vendas.
    Deveria:
    – para smartphone;
    – controlar peso, ECC, lotes,…;
    – compatibilidade com os diferentes leitores do mercado;

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