13 responses

  1. Antonio Batista Sancevero
    15 de abril de 2011

    Parabéns. Excelente trabalho. Na minha maneira de ver pode ser enquadrado no “top ten”.

  2. Railso Lessa Souza
    16 de abril de 2011

    Parabenizo os autores pelo excelente trabalho.

  3. jose mauricio moreira filho
    19 de abril de 2011

    Otimo trabalho!
    Pela pouca experiencia na area, posso estar fazendo uma colocacao indevida! Sera que eu tambem poderia considerar o custo com depreciacao( R$46.465.03) como um retorno pelo capital investido( R$ 674.725.32)?  

  4. Cristiano Pariz
    22 de abril de 2011

    Em nome de todos os autores, agradeço os comentários e nos encontramos à disposição para trocar conhecimentos com os leitores.

  5. Cristiano Pariz
    22 de abril de 2011

    Em nome de todos os autores, agradeço os comentários e nos encontramos à disposição para trocar conhecimentos com os leitores.

  6. Cristiano Pariz
    3 de maio de 2011

    Prezado José Maurício Moreira Filho

    Bom dia

    Obrigado pelo contato.

    Quando discutimos custos de produção, uma pergunta natural é quanto à taxa de depreciação. Para responder tal pergunta é necessário conhecer a vida útil ou o número de anos de produção de uma cultura, bem como, a vida útil de máquinas, implementos agrícolas e benfeitorias.

    Na pecuária, também está sujeito à depreciação o gado reprodutor (touro e vacas), animais de trabalho e outros animais contabilizados no Ativo Permanente da empresa, pois se trata de ativos que possuem vida útil limitada, uma vez que com o passar dos anos eles perdem sua capacidade de produção ou trabalho.

    Tais taxas de depreciação podem ser consultadas com profissionais da área ou em livros de administração de custos na agropecuária. Geralmente, o produtor também tem um bom conhecimento da vida útil de seus bens.

    Assim, o custo com depreciação não pode ser considerado como um retorno pelo capital investido. Tal custo é uma reserva financeira que o produtor deve fazer para aquisição de um novo bem (máquinas, implementos, animais) ou benfeitorias, quando atingir o limite de sua vida útil. Poucos produtores contabilizam a depreciação nos seus custos de produção, o que dificulta tais aquisições e em muitos casos, comprometem a atividade agropecuária.

    No presente trabalho, consideramos vida útil média de 10 anos para todos os bens. Porém esse tempo pode variar entre propriedade e intensidade de utilização do bem. A pastagem não foi depreciada, considerando que quando bem manejada e com correta reposição de nutrientes, a mesma mantém a perenização por tempo indeterminado, não necessitando de recuperação ou reforma. Porém, não é o que se verifica na grande maioria das propriedades, onde após 2 ou 3 anos de implantação, a pastagem diminui seu potencial de produção e inicia o processo de degradação, culminando inclusive muitas vezes com a degradação do solo.

    Espero ter esclarecido vossa dúvida e me encontro a disposição.

    Att.

    Cristiano Magalhães Pariz

  7. edimara souza
    27 de setembro de 2011

    O estudo é excelente, mas está fora da situação atual. Está no IDEAL (3 a 6 UA). A propriedade brasileira em média suporta apenas  UA.. O grande problema da pecuária, especialmente do pequeno e médio produtor  é, em primeiro lugar,  sobreviver. Depois pensar em gnética e ainda em renovação/recuperação das pastagens. O grande desafio aos pesquisadores é apresentar um projeto real e efetivo como, por exemplo, um produtor com 48 hectares, 50 vacas, 20 bezerros, com pastagem degradada, que tem que fornecer proteinado na seca e não possui condições de sobreviver dignamente e efetuar melhoria na propriedade. E, pior que isso, está totalmente descapitalizado.  Para mudar a realidade brasileira, há que se trabalhar com a realidade, em especial, com o médio produtor, que na minha região é aquele que ultrapassa 36 hectares.

  8. augusto andrade
    13 de abril de 2012

    edimara, concordo que esta fora da situacao atual mas se o medio/pequeno quiser sobreviver ele tera que renovar/recuperar as pastagens, porque senao, com uma lotacao de 1 UA ele nao sobrevive. Apos muitos anos de utilizacao inadequada do solo, se torna imprescindivel a recuperacao, e nao uma opcao. Tambem poderia fazer um trabalho sobre propriedades menores porem uma de 145 e uma media nacional e pode ser aplicado em menores, ao meu ver.
    parabens pelo excelente trabalho!!!!

  9. Cristiano Velloso
    8 de novembro de 2012

    A definição dos 145 ha de modulo minimo foi gerado baseado sobre que dados?
    Podem fornecer indicação bibliografica que da base para esta definição?

  10. Célio marcos
    21 de novembro de 2012

    Bom dia, parabens pelo exelente conteudo publicado, gostaria de um estudo assim com base em um investimento que estou prestes a fazer iniciando com 50 unidades apenas para bate. Se possivel ficarei grato.

  11. Sebastião Jaccoud Junior
    17 de agosto de 2013

    Otimização do trabalho!
    Excelente.

  12. Sebastião Jaccoud Junior
    12 de outubro de 2013

    Excelente!

    Facilita nossos trabalhos com projetos no âmbito da Agricultura Familiar e médio produtores.
    Uma importante fonte, para dirimir dúvidas bem como tomada de decisões.

  13. valdomiro cheron
    22 de abril de 2014

    Estou me interesando agora pela agropecuaria, gostaria de saber o preço de aluguel de pasto e se possui algum para alugar na região norte do Parana

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