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Como melhorar a eficiência reprodutiva de vacas em anestro – Capítulo III: uso de eCG

Como vimos nos artigos passados, a vaca necessita de adequada quantidade de energia para suprir o metabolismo basal, o crescimento, a lactação, a manutenção da saúde e, ainda, a função reprodutiva. Com base nestas observações, neste segundo artigo discutiremos o uso da eCG como ferramenta para diminuir problemas relacionados ao anestro pós-parto.

Como melhorar a eficiência reprodutiva de vacas em anestro – Capítulo II: desmame temporário

Como vimos no artigo passado, uma das mais importantes habilidades da vaca é a capacidade de utilizar suas reservas energéticas corpóreas em períodos de balanço energético negativo. Foi mostrado também que há necessidade de adequada quantidade de energia para suprir o metabolismo basal, o crescimento, a lactação, a manutenção da saúde e, ainda, a função reprodutiva. Com base nestas observações, neste segundo artigo discutiremos o Desmame Temporário como ferramenta para diminuir problemas relacionados ao anestro pós-parto.

Como melhorar a eficiência reprodutiva de vacas em anestro – Capítulo I: Nutrição

Uma das mais importantes habilidades da vaca é a capacidade de utilizar suas reservas energéticas corpóreas em períodos de balanço energético negativo. Nas fêmeas, existe necessidade de adequada quantidade de energia para suprir o metabolismo basal, o crescimento, a lactação, a manutenção da saúde e, ainda, a função reprodutiva. Inúmeros trabalhos científicos mostram que as vacas apresentam elevada demanda energética no período pós-parto. Assim, durante o final da gestação, quantidades suficientes de energia devem ser armazenadas nos tecidos corporais, na tentativa de suprir o balanço energético negativo pós-parto.

Utilização do eCG e do GnRH em protocolos de IATF em gado de corte

O eCG é um hormônio glicoprotéico secretado pelos cálices endometriais de eqüinos gestantes. Este hormônio tem ação FSH e LH, e seu uso é indicado em rebanhos com baixa taxa de ciclicidade, em animais recém paridos (período pós parto inferior a 2 meses), em animais com condição corporal comprometida e em primíparas (vacas de primeira cria). O GnRH (hormônio liberador de gonadotrofina) é um hormônio protéico responsável pela liberação de FSH e LH e, seu uso é indicado como indutor de ovulação. Neste artigo serão apresentados alguns resultados interessantes de experimentos recentes (Rodrigues et al., 2004; Sá Filho et al., 2004) que avaliaram o uso do eCG e do GnRH associado a protocolos que utilizam progestágenos e estrógenos em vacas Nelore lactantes.

Uso do ultra-som no momento da emergência folicular para predizer a resposta superovulatória de vacas e novilhas de corte

Mesmo após o aparecimento de protocolos que possibilitam a superovulação e inseminação em tempo fixo com o uso de implantes ou dispositivos de progesterona ou progestágenos associados à diferentes estrógenos para sincronizar o momento da emergência folicular, existe muita variação na resposta superovulatória individual em bovinos de corte e leite. Em geral, cerca de 30% dos animais não produzem nenhum embrião. Além disso, apenas 30% dos animais superovulados produzem aproximadamente 70% dos embriões. Desta forma, devido ao custo dos hormônios utilizados em procedimentos superovulatórios, existe a necessidade de se tentar predizer o potencial de produção de embriões de um determinado animal após a superovulação.

Comparação de perfil andrológico de touros Nelore criados extensivamente no Planalto e Pantanal sul-matogrossense

Dados recentes demonstram que 6% do rebanho brasileiro são inseminados, ficando os 94% restantes servidos por touros, em regime de monta natural. Assim, os touros são de fundamental importância na produção final do rebanho. Regiões de criação extensiva, como o Pantanal Sul-Matogrossense, dificultam a introdução de biotécnicas, como a inseminação artificial, e nestes locais a utilização de touros para monta são práticas ainda mais importantes.

Protocolos de IATF em vacas de corte I: efeito da administração de GnRH na IA e do momento da inseminação (48h vs 54h)

A estação de monta para o gado de corte deve se iniciar dentro de alguns meses. Conforme discutido em artigos anteriores, o uso de protocolos hormonais que permitem a inseminação artificial em tempo fixo (IATF) associado ao uso de touros para o repasse aumenta a porcentagem de animais prenhes no início da estação de monta. Devido ao grande volume de animais que normalmente são inseminados no mesmo dia, existe a necessidade do desenvolvimento de tratamentos hormonais que sejam versáteis de modo a facilitar a rotina dos procedimentos de inseminação em tempo fixo nas fazendas de corte. Desta maneira, estarei apresentando alguns resultados de pesquisas relacionadas ao assunto. Serão discutidos 2 experimentos, ambos com o objetivo de avaliar o efeito do momento da inseminação artificial após a retirada de implantes auriculares de norgestomet, e do tratamento com GnRH no momento da IA em vacas de corte lactantes.

Efeito do local de deposição do sêmen sexado e taxa de concepção em novilhas

Neste artigo técnico serão apresentados dados referentes ao uso de sêmen sexado em novilhas de corte e de leite. Mais especificamente, os artigos a serem discutidos (Pregnancy percentage following deposition of sex-sortedsperm at different sites within the uterus in estrus-synchronized heifers; Kurykin et al., 2007) comparou a taxa de prenhez após a colocação do sêmen sexado em diferentes locais no trato uterino de novilhas de leite.

Uso de tratamentos hormonais para facilitar a detecção do cio de retorno em gado de corte

Neste artigo serão mostrados alguns resultados de um experimento (“Resynchronization of estrus in cattle of unknown pregnancy status using estrogen, progesterone, or both”) que objetivou testar a eficiência de tratamentos hormonais utilizando progestágenos associados ou não à estrógenos para a re-synchronização do cio antes mesmo do diagnóstico de prenhez ser conhecido (Stevenson et al., 2003).