Algumas espécies de gramíneas de clima tropical foram submetidas a três níveis de sombreamento (0, 30 e 60%). De maneira geral, houve redução na produção em função da redução na quantidade de luz disponível. Artigo escrito por Bruno Carneiro e Pedreira (Pesquisador da Embrapa Agrossilvipastoril), Jorge Nunes Portela (Professor do Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul – Campus Bento Gonçalves) e Vitor Del’ Alamo Guarda (Pesquisador da Embrapa Pesca e Aqüicultura).
Manejo de Pastagens: importância dos compostos de reserva e da área remanescente
Para gramíneas tropicais e subtropicais, a rebrotação pode não depender exclusivamente do teor de compostos de reservas, na ocasião do corte ou pastejo, mas também da área foliar remanescente. Assim, a velocidade de recuperação é inversamente proporcional ao grau de desfolha sofrido pela planta.
Pastagem para equídeos – nutrição e manejo
Os equídeos não são bovinos, bubalinos, muito menos ovinos e caprinos e como todas as espécies, merecem serem tratados de forma específica. A criação de equídeos no Brasil, quase sempre, com exceção de algumas propriedades, está associada com as atividades da pecuária e desenvolve-se predominantemente em pastagens de bovinos, sendo estas não planejadas para equídeos. Acesse e tire suas dúvidas sobre este assunto!
Estacionalidade e magnitude de produção na orçamentação forrageira
A maior parte da variação estacional na produção de forragem é devida ao padrão climático sazonal. O efeito da sazonalidade climática sobre o crescimento da pastagem pode ser razoavelmente previsto por meio da variação das temperaturas médias e da umidade do solo (relacionada à quantidade e à distribuição das chuvas). Adicionalmente, as respostas ao padrão climático dependem do genótipo da planta forrageira.
Estoque e taxa de acúmulo de forragem no planejamento forrageiro
A quantificação do estoque de forragem em um instante no tempo, isto é, o estoque inicial de forragem, é o ponto de partida para estabelecerem as projeções para o estoque de forragem no tempo. O estoque de forragem é o somatório da massa de forragem presente em todos os piquetes, glebas ou centros de manejo.
Pecuária intensiva em áreas de pastagens: importância do planejamento forrageiro
O orçamento forrageiro é um instrumento no planejamento alimentar que visa estimar a quantidade de forragem produzida em cada área ou piquete e as metas para taxa de lotação, produtividade animal e quantidade demandada de forragem. Assim, assim é possível estabelecer metas de produtividade, estimar os fluxos financeiros e os índices econômicos, além de se proceder a avaliações de impacto social e ambiental.
Utilização da cama de frango como adubo orgânico de pastagens
O uso integrado e racional dos recursos disponíveis dentro da propriedade rural aliado a introdução da tecnologia, permite aumentar a estabilidade dos sistemas de produção com a redução de custos e aumento da produtividade. Nos sistemas de produção de leite e carne em pastagem, o uso da cama de frango como adubo orgânico é uma saída atrativa encontrada pelos produtores, por tornar a produção mais rentável em virtude da substituição de parte ou totalidade do adubo químico, principalmente a uréia, além do potássio e até mesmo o fósforo.
Uso de Silicato de Cálcio como corretivo de acidez do solo na agropecuária brasileira
A pastagem é a principal fonte de alimento na pecuária nacional otimizando a relação custo/benefício desta atividade (PEDREIRA & MELLO, 2000). A produção de massa seca é função de fatores não controláveis, inerentes ao ambiente, como radiação solar, temperatura e umidade do solo, e de fatores controláveis, como fertilidade, pressão de pastejo, dentre outras.
Preparo de solo com antecedência é fundamental
O manejo do solo é definido como o conjunto de operações necessárias para a exploração agrícola do solo e tem como objetivo propiciar condições favoráveis à semeadura, à emergência uniforme das plântulas e ao desenvolvimento radicular e da parte aérea de todas as espécies que compõem o sistema de produção. Os sistemas de manejo do solo e das culturas afetam a suscetibilidade do solo à erosão e, deste modo, as perdas de solo e nutrientes, principalmente a matéria orgânica do solo.
Avaliação dos efeitos de calcários no perfil do solo
Normalmente, quando o calcário é aplicado ao solo, considera-se que ele deve reagir no perfil denominado arável, onde o sistema radicular estará presente em maior proporção. No entanto, em algumas explorações não é possível a incorporação do calcário por prejudicar a cultura já implantada. Assim, por exemplo, em pastagens formadas por muitas espécies e ou cultivares perenes, após amostragem do solo realizada no final da estação das águas, o produto é aplicado em superfície. Os animais continuam tendo acesso ao pasto e as fertilizações realizadas apenas no início da estação das águas. O grande questionamento que fica é se o produto aplicado sem incorporação terá possibilidade de corrigir o perfil do solo e em quanto tempo isso ocorrerá para ser efetivo na correção da acidez. Numa condição em que o agropecuarista está atrasado na prática da calagem, além do tipo de calcário, se a aplicação do produto for realizada próximo ao plantio ou semeadura, ele terá sucesso nessa prática?
