O manejo do resíduo industrial de tomate (RIT) representa sério problema de contaminação ambiental para a indústria. Entretanto, em virtude da disponibilidade e composição bromatológica e boa aceitabilidade pelos animais, tal resíduo tem sido utilizado como ingrediente na dieta de bovinos, verificando-se consumo da ordem de 4 a 5 kg/animal/dia e inexistência de casos ligadas a problemas sanitários (CAMPOS, 2005; LIMA & LIMA, 1995). Artigo de Por Luiz Carlos Vieira Júnior, Marco Aurélio Factori e Felipe Azevedo Ribeiro.
Utilização da suplementação de precisão na redução dos inconvenientes da desmama
A utilização de suplemento mineral proteico é uma ferramenta de suplementação estratégica para elevar o desempenho de bovinos em pastejo. Sua utilização em períodos de seca torna-se “obrigatória” para corrigir o déficit proteico das pastagens nessa época crítica do ano. No período de águas e transição águas/secas isso tem se mostrado muito eficiente no aumento dos índices produtivos. Por Fernando José Schalch Júnior.
Uso da uréia na alimentação de ruminantes
A uréia circulante tem sido utilizada como ferramenta para avaliar o equilíbrio de nitrogênio (N) nos ruminantes. Os níveis de uréia no animal são reflexos de dietas que apresentam excesso de compostos nitrogenados, deficiência de carboidratos fermentáveis, ou quando existe uma assincronia entre o aproveitamento da proteína e disponibilidade de energia no rúmen. Artigo de Luiz Carlos Vieira Junior, FMVZ/UNESP/Botucatu-SP, Welton Batista Cabral, UFMT/Cuiabá-MT e Marco Aurélio Factori, FMVZ/UNESP/Botucatu-SP.
Relações entre a nutrição animal, qualidade de carne e saúde humana – Parte 3
A inclusão de ácidos graxos insaturados na dieta aumenta os valores de CLA no leite e na carne em relação à inclusão de ácidos graxos saturados. Essas diferenças também podem ser observadas nas concentrações médias observadas para diferentes regiões do mundo. De modo geral, países com maiores concentrações de CLA apresentam maior uso de pastagens no sistema de produção. Artigo de André A. Souza, Dr. Nutrição e Produção Animal, ESALQ/USP.
Relações entre a nutrição animal, qualidade de carne e saúde humana (parte 2)
Como discutido na primeira parte desse artigo (Relações entre a nutrição animal, qualidade de carne e saúde humana (parte 1)), alguns constituintes da carne bovina podem interferir positivamente na saúde dos consumidores, como é o caso do CLA, que só pode ser encontrado nos cortes de ruminantes.
Relações entre a nutrição animal, qualidade de carne e saúde humana (parte 1)
Dos 20 aminoácidos presentes na carne, 9 são essenciais. Esses aminoácidos não podem ser sintetizados em quantidades adequadas no organismo, devendo ser obtidos através dos alimentos.
Ajustes nutricionais em matrizes visando o início da estação de monta
As condições nutricionais de fêmeas bovinas em pastejo é determinante para o resultado reprodutivo desses animais ao final da estação de monta. As relações diretas entre nutrição e reprodução estão bastantes claras, faltando alguns detalhes em relação à ação direta de alguns nutrientes na fisiologia reprodutiva da fêmea bovina, como pro exemplo os ácidos graxos. Quanto melhor for o “status” nutricional das fêmeas em reprodução, melhores serão os índices reprodutivos desse rebanho.
Princípios básicos da suplementação de bovinos no período de secas
A produção de bovinos de corte em pastagens tem sua base produtiva nos nutrientes oriundos das forragens. As concentrações desses nutrientes variam grandemente de acordo com a época do ano e o estágio vegetativo da planta, acabando por determinar os índices de desempenho dos animais.
Alta do preço do milho…Quais alternativas temos? Atuando dentro do sistema de produção
A utilização do milho como fonte de energia em dietas de bovinos de corte confinados desempenha importante papel na produção e eficiência final do sistema, porém em determinadas situações de mercado, podem e devem ser substituídos visando melhor retorno econômico do sistema.
Alta do preço do milho… Quais alternativas temos?
Os parâmetros de mercado do milho grão no ano de 2010, com menores valores de venda devido à alta oferta desse produto, levaram a diminuição do ânimo dos agricultores em relação a essa cultura, diminuindo as áreas de milho “safra” e, as adversas condições ambientais atuais, atrasaram o início do plantio das áreas de produção do milho “safrinha”, levantando dúvidas em relação ao total de produção do grão nesse ciclo. Esses fatores levaram a uma situação de grande incerteza em relação à produção do grão em 2011 e, consequentemente, ao custo do mesmo para 2011. O milho é a base da nutrição das diferentes classes zootécnicas voltadas à produção da proteína animal. A avicultura, suinocultura e bovinocultura de corte e leite consomem grande parte de todo o milho produzido no país, sendo esse um ingrediente de grande impacto sobre o custo total de produção.
