Pecuaristas e governo de Rondônia debatem o fim da vacinação contra a aftosa

Lideranças do segmento privado da pecuária de  corte do Brasil, Bolívia e Paraguai já tomaram a decisão de que a vacina contra a aftosa vai deixar de ser obrigatória, e traçam um calendário para iniciar esse processo que prevê a desobrigação de uma área que comporta 80 milhões de cabeças de bovinos a partir de novembro de 2018, iniciando pelo Rio de Janeiro, Espírito Santo até o Maranhão; no Pará Tocantins, Goiás, São Paulo e Minas Gerais em 2018, e em 2019/2020 nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Rondônia, Roraima, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul,
Paraná e Rio Grande do Sul.

No dia 23 de março, em Ji-Paraná, no campus IFRO, ocorrerá uma audiência pública envolvendo representantes do setor privado e público.

O último encontro de lideranças do setor privado ocorreu no dia 24 de janeiro em Campo Grande (MS), ocasião em que ficou determinado que o fim da vacinação contra febre aftosa é questão de tempo.

Segundo o presidente da Idaron, Sebastião Costa Guedes, os produtores estão “jogando fora” R$ 600 milhões ao vacinar seus rebanhos, sugerindo que a vacinação seja retirada gradativamente por faixa etária do rebanho, ou considerando as questões geográficas.

Fonte: Correio Central, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.


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