Apesar de os mecanismos que contribuem para a obesidade serem complexos e envolverem ações conjuntas de componentes comportamentais com processos hormonais, genéticos e metabólicos (2,3), a obesidade é amplamente vista como uma condição dependente do estilo de vida com duas causas primárias: consumo excessivo de energia e atividade física insuficiente. Apesar de que, ambos os fatores devam ser considerados em qualquer tipo de intervenção individual, esse trabalho se foca principalmente no papel da proteína da dieta na regulação do peso.
Juliana Santin
Médica veterinária formada pela FMVZ/USP em 1999. Contribuo com a geração de conteúdo nos portais da AgriPoint nas áreas de mercado internacional e Leite/Carne & Saúde.
Últimos artigos
Benefícios nutricionais do fígado bovino
O fígado bovino fornece uma variedade de benefícios para a saúde em formas que podem ser facilmente absorvidas pelo corpo. O fígado contém também um nível maior de colesterol do que outros alimentos, de forma que deve ser consumido com moderação. Devido às suas propriedades nutritivas, o fígado deve ser incorporado a uma dieta saudável.
EUA: mitos e fatos relacionados à carne bovina
Em 2010, o Instituto Americano de Carnes (AMI) conduziu uma pesquisa para determinar se os principais mitos incluídos na mídia popular referentes à carne faziam parte das crenças dos americanos. Esse trabalho traz alguns dos mitos mais populares nos Estados Unidos, os fatos associados a eles e foi revisado pela Associação Americana de Ciência da Carne (AMSA).
Carne bovina fornece energia para atletas
As pesquisas científicas continuam confirmando que um dos mais poderosos nutrientes para ajudar na força e sustentação de atletas é a proteína, especialmente a de alta qualidade, que é o tipo encontrado na carne bovina magra.
Causas e consequências da deficiência de zinco
Os dados indicam que existem grupos de risco, particularmente os bebês, idosos e aqueles que escolhem substituir alimentos de origem animal por alimentos vegetais.
Outros cânceres e consumo de carne
O pesquisador Dominik D. Alexander, PhD, MSPH, epidemiologista sênior da Health Sciences Practice, Exponent, Inc., elaborou um relatório técnico sumarizando as atuais evidências epidemiológicas relacionadas ao consumo de carnes vermelhas e carnes processadas e o câncer. Esse relatório não teve a intenção de incluir sistematicamente todos os componentes de causa, como dose-resposta ou possibilidade biológica, entre as carnes vermelhas e processadas e tipos específicos de câncer.
Cânceres nos sistemas linfático e hematopoiético e consumo de carne
O pesquisador Dominik D. Alexander, PhD, MSPH, epidemiologista sênior da Health Sciences Practice, Exponent, Inc., elaborou um relatório técnico sumarizando as atuais evidências epidemiológicas relacionadas ao consumo de carnes vermelhas e carnes processadas e o câncer. Esse relatório não teve a intenção de incluir sistematicamente todos os componentes de causa, como dose-resposta ou possibilidade biológica, entre as carnes vermelhas e processadas e tipos específicos de câncer. A ideia do trabalho foi sintetizar informações científicas relacionadas aos tipos de câncer com os quais o consumo de carne foi avaliado e recapitular algumas das associações estatísticas observadas entre a ingestão de carnes vermelhas e processadas e o câncer. Esse artigo traz uma tradução adaptada desse relatório.
Câncer de pulmão e consumo de carne
O pesquisador Dominik D. Alexander, PhD, MSPH, epidemiologista sênior da Health Sciences Practice, Exponent, Inc., elaborou um relatório técnico sumarizando as atuais evidências epidemiológicas relacionadas ao consumo de carnes vermelhas e carnes processadas e o câncer. Esse relatório não teve a intenção de incluir sistematicamente todos os componentes de causa, como dose-resposta ou possibilidade biológica, entre as carnes vermelhas e processadas e tipos específicos de câncer. A ideia do trabalho foi sintetizar informações científicas relacionadas aos tipos de câncer com os quais o consumo de carne foi avaliado e recapitular algumas das associações estatísticas observadas entre a ingestão de carnes vermelhas e processadas e o câncer. Esse artigo traz uma tradução adaptada desse relatório.
Cânceres no sistema geniturinário e consumo de carne – Parte 2/2
Em uma recente publicação sobre carnes vermelhas e processadas baseada em uma avaliação do “Pooling Project of Prospective Studies of Diet and Câncer“, pesquisadores não encontraram associações entre o maior nível de consumo de carnes vermelhas e o câncer renal e observaram uma associação fracamente elevada, não significante, para a ingestão de carnes processadas.
Cânceres no sistema geniturinário e consumo de carne – Parte 1/2
O pesquisador Dominik D. Alexander, PhD, MSPH, epidemiologista sênior da Health Sciences Practice, Exponent, Inc., elaborou um relatório técnico sumarizando as atuais evidências epidemiológicas relacionadas ao consumo de carnes vermelhas e carnes processadas e o câncer. Esse relatório não teve a intenção de incluir sistematicamente todos os componentes de causa, como dose-resposta ou possibilidade biológica, entre as carnes vermelhas e processadas e tipos específicos de câncer. A ideia do trabalho foi sintetizar informações científicas relacionadas aos tipos de câncer com os quais o consumo de carne foi avaliado e recapitular algumas das associações estatísticas observadas entre a ingestão de carnes vermelhas e processadas e o câncer.
