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  1. Marco Antonio Ribeiro Magalhães
    22 de setembro de 2009

    Artigos como este deveriam chegar sistemáticamente na grande mídia. Somente assim se poderia desmistificar as besteiras que são assacadas contra a produção.
    Parabéns Assuero D. Veronez.
    Marco A.R, Magalhães

  2. Iria Maria Davanse Pieroni
    22 de setembro de 2009

    Excelente matéria!
    Mostra que todos os envolvidos na produção tem dado sua cota de participação no aumento da produtividade em igual área.
    O conflito interno, é consequência de uma injusta pressão internacional.
    Parabéns.
    Íria.

  3. walterlan rodrigues
    23 de setembro de 2009

    Assuero foi um rei que governou desde a India até a Etiópia, sobre cento e vinte e sete provincias (Livro de Ester capítulo 1 verso 1). Ele não era fraco não. Gostei do seu currículo e muito mais do seu artigo, mas a parte mais importante para mim foi quando vc afirmou (permita-me assim tratá-lo pois somos colegas, ambos somos pecuaristas) ” O EQUILIBRIO QUE SE BUSCA NO TRIPÉ SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL X SUSTENTABILIDADE SOCIAL X SUSTENTABILIDADE ECONÕMICA deveria funcionar de forma harmônica. ” Estas palávras são sábias. Não são sábias as palavras do ministro Minc e do governador do meu Estado do Mato grosso do Sul quando usam de termos inadequados no trato de uma questão que seria de cunho técnico. Mas isto não é o que importa, o que importa é buscar o EQUILÍBRIO, mas como buscar este equilíbrio se nós estamos lidando com pessoas desequilibradas? No dia 12 deste mes tive oportunidade de me manifestar sobre um artigo escrito por Luiz Fernando Laranja (Beefpoint 08/09/2009) onde afirmei que diante daquele currículo eu me sentia pequeno para discutir um tema tão importante e que havia necessidade de mais discussão em torno do assunto. Continua minha sugestão. Vamos discutir a questão, vamos descobrir quem são os maiores poluidores e vamos exigir a contrapartida de cada um, MAS COM EQUILÍBRIO.

  4. Alvaro Cardoso
    23 de setembro de 2009

    MUIto pertinente o artigo do Dr Assuero em relação a legislação Ambiental (Cógido florestal) que trata a questão ambiental de forma equivocado quando o assunto é meio ambiente. É certo que devemos nos preocupar com a questão ambiental, no entanto deve haver meios adequados para tal, sem prejudicar o maior interessado, que somos nós mesmos.

    A frase do autor é pertinente,
    “Quando o direito ignora a realidade, a realidade se vinga ignorando o direito.” – palavras de Georges Ripert, jurista francês,

    Nota-se que a legislação ambiental é tão absurda que em termos de estado de são paulo e Minas até agora muito pouco foi realizado em termos de Reserva Legal. A lei não pode retroargir a ponto de prejudicar aquele que até então desmatou sob uma legislação que na época autoriza o proprietário a desmatar.

    Neste sentido penso que é o momento das entidades de classe afetadas se mobilizarem, pois caso permaneça este cenário, o proprietário continuará visto como criminoso e fora da lei e sobretudo com risco de submeter a um processo judicial movido pelo MP, aí as coisas ficarão piores mais que já estão.

    atenciosamente

    Alvaro

  5. wilson tarciso giembinsky
    25 de setembro de 2009

    Estas leis forami aprovadas sem a participação dos produtores porque estávamos no campo produzindo, pensando que os nossos representantes estariam cuidando de nossos interesses.

    Elegemos pessoas descompromissadas com o nosso meio, alheios à nossa realidade, não recebemos verbas do governo para ficarmos de vigília na câmara, no senado ou para patrocinar eventos midiáticos.
    Não participamos das discussões e quando nos chamam a participar esquecem de passar o telefone, o e-mail, o endereço, a data!

    Querem imputar todos os gases do efeito estufa e todos os problemas ambientais ao produtor de alimentos…

    Como se nós fossemos os culpados por toda porcaria do mundo, educar e conscientizar o povo que são os consumos supérfluos, as necessidades de sobrevivência, os dejetos e lixos de cada individuo que somados geram demandas que vão destruir, poluir a natureza e gerar os gases do efeito estufa!

    As demandas por alimentos, vestuários, materiais de construção, energia, água, consumo supérfluo, etc, ao serem satisfeitas geram impactos ambientais.

    Quando compramos um computador geramos um impacto ambiental, todos os materiais que compõem nosso computador saíram do meio ambiente e para serem extraídos a natureza foi destruída, a indústria gerou gases poluentes e do efeito estufa….

    Quando nos alimentamos este alimento para ser produzido gera uma destruição na natureza, a mesma coisa acontece quando construímos uma casa, compramos móveis, eletrodomésticos, compramos carro, sapatos, livros, cadernos, canetas, celulares, acendemos a luz, tomamos água, café, leite, refrigerante, usamos o carro, o ônibus, a bicicleta, sabonete, perfume, pasta de dente, roupas, gasolina, álcool, açúcar, arroz, feijão, frango, peixe, batata, tomate, asfaltamos as ruas, cimentamos os quintais……

    Quando jogamos o lixo fora, damos descarga no banheiro, lavamos a roupa, quando bebemos um copo d’água e usamos 3 copos d’água para lavar este copo que usamos, também destruímos a natureza, geramos poluentes do ar, da água e gases do efeito estufa ….

    Como a humanidade só aumenta, cada vez mais as demandas aumentam, com isto aumenta o impacto ambiental tanto para satisfação das necessidades como pelo lixo, dejetos gerados, poluentes e gases.
    Para que a natureza seja preservada há necessidade de um rígido controle do aumento populacional.
    Ou natureza vai ser totalmente destruída para suprir a população até se esgotar.

    Alguns recursos não são renováveis, podem ser recicláveis, mesmo os renováveis podem se esgotar com a poluição ou não serem suficientes para suprir a demanda (água pura)… dai em diante vai morrer gente….

    Educação, educação, educação, educação ambiental!
    Consciência, consciência, consciência, consciência ambiental!
    Consumo consciente, moderado, usar só o necessário e suficiente, reciclagem e …. controle populacional…..
    Aqui começa a redução do efeito estufa, dentro de casa!
    E na cama também….!

  6. wilson tarciso giembinsky
    25 de setembro de 2009

    Não temos sossego para produzir, sofremos terrorismo por parte dos orgãos ambientais, do MST, dos bandidos que roubam nosso gado, defensivos, sementes, máquinas, estradas ruins, impostos em duplicata.

    De um lado sofremos a pressão das necessidades econômicas, as sociais do estatuto da terra e de produtividade do INCRA exigindo índices menos técnicos, nos obrigando a abrir áreas para produzir mais.

    Por outro lado a nossa consciência ambiental nos impedindo de abrir novas áreas, de destruir o que lutamos e gastamos, recuperando e preservando.

    Como produtor rural preservacionista, pressionado pelas necessidades econômicas, ambientais, sociais e legais proponho que no novo código…
    1- as Áreas de Preservação Permanentes (APPs) sejam contadas como parte da Reserva Legal (RL)
    2- que os órgãos ambientais governamentais sejam os responsáveis pela demarcação física (colocação de marcos) das APPs e RL lá na propriedade rural, (com o acompanhamento do produtor). Assim o produtor teria a noção de até onde pode usar para produzir.
    3- que uma vez comprovadas a existência de APPs e RL o produtor não precisa pedir licenças ambientais para atividades normais de agricultura e pecuária como é a exigência legal atual ( em Minas Gerais exigem licença ambiental para plantio de sequeiro acima de 100 hectares, hortaliças acima de 10 hectares e gado acima de 500 cabeças, mesmo a pasto) isto onera ainda mais a produção. Isto liberaria da burocracia os vários agentes ambientais para que fiscalizem a preservação e o uso das APPs e RL
    4- que as APPs e RL possam ter plantio intercalado, não exclusivo de frutíferas e hortaliças, mesmo não nativas, e que a colheita destes produtos seja liberada. Quem esta produzindo cuida para que o ambiente seja preservado e tenha produção!
    5- que as áreas preservadas, APPs, RL e outras áreas voluntariamente preservadas apenas com vegetação nativa, sejam pagas ao produtor rural ou pelo menos reembolsadas em termos de lucro da produção perdida ad eternum. Porque nós produtores fomos confiscados em nossa área de produção e estamos preservando para a sociedade, para a humanidade, que ela, sociedade, também colabore com esta preservação, visto que ainda ficamos com o ônus legal e criminal de cuidar do que nos foi confiscado.
    6- que cada proprietário urbano invista pelo menos 20% do valor do imóvel cadastrado no IPTU, em áreas rurais de preservação nativa. (é para ele que produzimos alimentos). O proprietário rural, que possui imóvel urbano, já investiu portanto está isento
    7- que as áreas ambientalmente preservadas, que excedem às áreas de APPs e RL, não sejam computadas para cálculo de produtividade, nem precise ser transformada em RPPN
    8- que as máquinas agrícolas destinadas à produção de alimentos sejam totalmente isentas de qualquer tipo de imposto, assim o governo contribuiria com a função social da propriedade.
    9- que o estado cubra as despesas referentes a APPs e RL

  7. mauro terracini
    26 de setembro de 2009

    Nunca podera haver um acordo enquanto o fazendeiro for considerado ganancioso e perverso (canalha como disse o proprio ministro Minc ) e as ONGs e ecologistas puras só preocupadas com o bem do Brasil e da Humanidade.
    É o sonho dos politicos ganhar votos ficando do lado do ¨mocinho¨contra os ¨bandidos¨.mesmo sabendo muito bem que não ha ¨bandidos mas sim gente honesta que lutou pelo que tem
    Veja o caso dos novos indices de produtividade feitos pelo INCRA cujo diretor foi indicado pelo MST(quantos votos heim! presidente Lula ) sem consultar uma entidade de renome internacional como a EMBRAPA .
    Viva o Brasil! onde o agricultor podera democraticamente escolher entre plantar e ter prejuisos para obedecer os taes indices ou ser desapropriado pelo INCRA por não cumprir a função social.
    Claro que o bem estar da população devese em grande ás exportções e aumento da produção dos ¨BANDIDOS¨ E DAI???????

  8. cristiano fleury carvalho santos
    22 de outubro de 2009

    Primeiramente quero parabenizar o DR Assuero pelo artigo técnico e esclarecedor.
    Posteriormente a todos que postaram sua indignação com o quadro atual que estamos passando.
    Gostaria de colocar que concordo plenamente com o comentário do Sr Marco Antônio Magalhães. Enquanto estes esclarecimentos não forem difundidos para a “Massa” os politicos poderam continuar arrotando dados e ideologias que nós produtores vamos ficar discutindo nossos problemas em sites especializados.
    Vamos tentar eleger pessoas sérias a comprometidas com o desenvolvimento sustentável do nosso País para que as próximas gerações tenham mais orgulho
    de viver aqui.
    Rezo para poder vivenciar isso.

  9. Artenis Jardel de Sousa Cruz
    23 de outubro de 2009

    Gostaria deixar meus parabens ao autor pela clareza e transparência ao escrever o artigo. Passando de forma clara e imparcial a realidade do Brasil que mesmo sendo considerado o celeiro do mundo e possuir uma das maiores cobertura vegetal do mundo é taxado a todo instante de “destruidor da Amazônia”. Gostaria de saber apenas porque as ONGs, que tanto perturbam a realidade de nosso pais, não estão preocupadas com seus países de origem que já destruíram, praticamente, todo sua cobertura vegetal e assim tornaram potências mundiais, e quando são pressionados a, apenas, reduzirem suas taxas de emissões de “gases estufa” ignoram e não se mostram nem um pouco preocupados com a realidade do planeta. E nós que somos países em desenvolvimento, além de produzir alimento temos que proteger sozinhos o planeta. Acredito que a “balança” esta bem desequilibrada.

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