O Grupo Carrefour apresenta mais uma iniciativa pioneira no que se refere à sustentabilidade no varejo brasileiro. A partir de 17 de dezembro por meio do site www.garantiadeorigem.com.br o consumidor que adquirir produtos Garantia de Origem com o Selo de Rastreabilidade poderá acompanhar todo o processo de produção do alimento. A Associação Novilho Precoce MS é parceira do Grupo e vem acompanhando há 10 anos as inovações da rede varejista, desde a inovação com o selo Garantia de Origem (G.O), integrando os produtos Selection, e hoje com a rastreabilidade nas gôndolas a disposição do consumidor.
GO: produtor pode decidir se sua carne será exportada ou não
Os pecuaristas goianos cadastrados no Serviço Brasileiro de Rastreabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos (Sisbov) ganharam o direito de optar se a carne proveniente dos seus animais serão ou não exportadas. Por meio de uma solicitação feita pela Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás – FAEG, a Agrodefesa emitiu a Deliberação nº 888-2010, que orienta o produtor a informar na Guia de Trânsito de Animais (GTA) o interesse em não exportar a carne de seu animal abatido pelo frigorífico.
Vendas de produtos rastreados estão em alta
As grandes redes de varejo no Brasil estão ampliando a oferta de produtos rastreados que podem ser “acompanhados” em seus websites pelos clientes. Coincidência ou não, as vendas desses produtos estão em alta.
Embrapa testa novo sistema para facilitar trânsito de animais e rastreabilidade
Após cinco anos de pesquisas, está em fase final de testes o funcionamento de um novo dispositivo de identificação e monitoramento do trânsito de animais. O sistema “tag ativo”, desenvolvido pela Embrapa Pecuária Sudeste em parceria com a empresa de identificação animal Animall Tag, também de São Carlos (SP), substitui documentos em papel exigidos no transporte de gado – como a Guia de Trânsito Animal (GTA) e o Documento de Identificação Animal (DIA) – e torna mais ágil a fiscalização e rastreabilidade de animais em trânsito.
Ceitec testa chips de identificação que devem baratear custos da rastreabilidade
Sede da primeira fábrica de chips da América Latina, o Rio Grande do Sul produzirá, a partir de 2012, uma nova tecnologia para rastrear os rebanhos bovinos. O resultado dos primeiros protótipos já foi apresentado, em Brasília, ao ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende. Os chips projetados em Porto Alegre pelo Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec) foram testados durante um ano em 250 vacas leiteiras em Minas Gerais e em outros 3 mil bovinos de corte em Mato Grosso do Sul. Durante todo o período, nenhuma falha foi registrada nos equipamentos.
Japão pretende usar teste de DNA para identificar origem da carne
O Ministério da Agricultura, Silvicultura e Pesca do Japão começará a usar testes de DNA para avaliar se a carne bovina foi produzida no Japão ou fora do país como uma forma de deter futuras fraudes na rotulagem dos produtos.
Grupo Única: certificadora cobra espaço em decisões do Sisbov
Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, Ministério da Agricultura e Congresso Nacional receberão, neste mês, ofício solicitando assento para as certificadoras nos comitês consultivos e grupos técnicos envolvidos nas decisões sobre a rastreabilidade de bovinos, especialmente relativas ao Sisbov, em reestruturação.
Como impedir que frigorífico que não paga ágio pelo boi europa exporte sua carne
No Estado do Mato Grosso do Sul, os produtores revoltados com o não pagamento de ágio pelo boi europa por parte de alguns frigoríficos se uniram e pressionaram o IAGRO para não carimbar as GTAs e assim garantirem que a carne de animais de sua propriedade não sejam exportadas.
Certificadoras Sisbov criam nova associação
Um grupo de certificadoras Sisbov criaram uma nova associação. Luciano Antunes, da Planejar, é o novo presidente. Leia abaixo o comunicado oficial da entidade, enviado pelo Luciano ao BeefPoint.
Uruguai: rastreabilidade deve ajudar na análise de dados do setor
O Sistema de Rastreabilidade do Uruguai obteve informações de sete milhões de cabeças de gado. O Instituto Nacional de Carnes do Uruguai (INAC) informou que, desde maio de 2007, quando o sistema começou, já passaram pelo mesmo sete milhões de animais. “Esta informação é relevante e permite que o INAC publique dados importantes para o negócio de carnes como: rendimento em classificação, dressing, resumo de cabeças abatidas, informações diárias para o produtor e oferece dados para as estatísticas da pecuária nacional”.
