Primeiro embarque de carne in natura brasileira chega aos EUA

O primeiro embarque de carne in natura da Marfrig chegou por via aérea aos EUA ontem, dias antes dos primeiros contêineres por navio aportarem naquele país.

As carnes saíram de Bataguassu no Mato Grosso do Sul e embarcaram no voo AA930 da American Airlines, partindo do aeroporto de Guarulhos, São Paulo, no domingo, e chegaram ao aeroporto de Miami, Florida, ontem. A carne já foi liberada hoje.

Em apenas 45 dias após a assinatura da abertura do mercado americano para a carne brasileira in natura, a Marfrig embarcou o primeiro contêiner  por navio para os EUA no dia 18 de setembro.

“Depois de fazer o primeiro embarque marítimo para os EUA a partir do Brasil e ter sido responsável pela produção do primeiro lote do produto a tocar o solo americano, agora, por via aérea, a Marfrig comprava sua incrível capacidade para oferecer proteína animal de alto valor agregado em escala global e apoiar o potencial do Brasil em tornar-se novamente líder global na produção de bovinos”, resumiu o CEO da Divisão Beef da Marfrig, Andrew Murchie.

Fonte: Marfrig, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

4 opiniões sobre “Primeiro embarque de carne in natura brasileira chega aos EUA”

  • paulo cesar santos - 28/09/2016

    muito bom para reação do mercado nacional para com internacional, precisamos exportar e aumentar possibilidades de mais empregos a população nacional.

  • Fernando Lamas - 28/09/2016

    Parabéns pela capacidade empreendedora. Ganha o produtor, especialmente o de Mato Grosso do Sul.

  • Gislei Campanha dos Santos - 28/09/2016

    Parabéns a toda equipe MARFRIG e com certeza esta empresa terá ótimos resultados e abrindo a possibilidade de novas negociações no mercado exterior, e nosso estado (Mato Grosso) estará de portas abertas para abranger novos investidores.

  • Alexey Heronville Gonçalves da Silva - 24/10/2016

    Exportar SEMPRE foi o que tínhamos de fazer desde que a Coréia do Sul e Japão ensinaram ao mundo isso. Dois países destroçados por guerras que, em poucas décadas (além do investimento maciço em educação, tecnologia e inovações tecnológicas), transformaram sua economia com a Exportação e são hoje potências globais.

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