Os produtores certificados não são tratados como simples fornecedores, mas sim, como profissionais valorizados pelo alto padrão de desempenho socioambiental que atingem a partir de suas ações. Seus produtos são diferenciados o que traz benefícios de imagem e mercado.
Importante
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Deixem livre o boizinho gaúcho
Estão querendo prender o boizinho gaúcho e ele não poderá mais sair do RS. Tipo cerveja Polar: ″NO EXPORT″. Parece brincadeira, mas esta é uma bandeira levantada pelos frigoríficos para frear a saída de bovinos para fora do RS, seja para o exterior ou para outros estados.
Eliminar os pequenos só atende aos interesses do monopólio de meia dúzia de grandes frigoríficos
Falar em fechar os pequenos é absurdo inaceitável. Equivale a sugerir a açougues do interior que comprem bovinos vivos de produtores para que sejam abatidos debaixo de árvores, criando uma espécie de rede clandestina de “frigoárvores”. Por Kátia Abreu.
O Texas é aqui !
Antes de partir para a Viagem Técnica Texas 2013 – BeefPoint, um amigo americano, Jason Hall, comentou comigo: ″o Texas é o Rio Grande do Sul″. Não retruquei e fiquei com a informação guardada. Por Fernando Furtado Velloso.
A pecuária brasileira precisa voar mais alto!
Os desafios, os problemas e as soluções caminham juntos. Precisamos identificá-los e aplicá-los a nossos campos e atividades. Isso tudo têm um preço, se não analisarmos corretamente, pode sair mais alto do que podemos imaginar.
A inviabilidade técnica dos pequenos matadouros
Neste artigo, procurou-se atualizar estatísticas e resumir argumentos empregados pelo médico veterinário, ex-inspetor federal e ex-professor da UNICAMP, José Christovam Santos, para demonstrar que o setor tradicional da carne, representado pelos pequenos matadouros, não só é inviável do ponto de vista técnico-econômico, como pode causar sérios problemas de saúde pública. Por Pedro Eduardo de Felício.
O eixo dinâmico da economia nacional
Alguns dias atrás, o ex-governador de São Paulo José Serra mostrou a sua preocupação com o processo de desindustrialização do País e questionou: “Nada contra a brilhante expansão da produção e da exportação de bens agrominerais. Mas alguém acredita, e demonstra, que, além do papel estratégico na geração de divisas, esse setor poderia tornar-se o eixo dinâmico de um país continental, de 200 milhões de habitantes?”. É preciso avaliar isso com cuidado. Em época antecipada de disputa eleitoral, seus comentários foram, provavelmente, uma crítica à falta de políticas públicas nos níveis macroeconômico e industrial. Tais observações, no entanto, fixam em nossa mente a imagem do Brasil como mero exportador de commodities, como algo negativo.
Mercado americano, visão de um simples consumidor
Já faz algum tempo que o mundo sinaliza que as carnes estarão com preços em alta, devido a vários fatores de produção como o clima severo em alguns países, doenças do rebanho, baixa remuneração do pecuarista, uso do milho para produzir etanol (no lugar da ração), e também, pela alta demanda das economias emergentes pelo produtor.
Como maximizar a eficiência biológica e reduzir o custo alimentar da @ produzida em confinamento?
Muitos confinadores, técnicos e amigos têm perguntado quais são as alternativas para viabilizarmos o investimento em confinamento em 2013. Bom, não tenho pretensão de esgotar o tema e muito menos de dar receitas de bolo. A dúvida é comum a todos nós que dependemos do confinamento e encontrar alternativas para reduzir o aumento dos custos é um desafio constante. O objetivo aqui é exercitarmos pensamentos que nos tragam alternativas ao que já estamos fazendo.
Apagão logístico – crônica de uma morte anunciada
Volto hoje à carga a respeito do caos na logística de produtos agrícolas que vamos viver este ano. A gravidade da situação está perfeitamente ilustrada na fila de 25 quilômetros de caminhões na Rodovia Cônego Domênico Rangoni, esperando 70 horas para descarregar no Porto de Santos e infernizando também a vida dos que vão para o Guarujá ou para o Litoral Norte.
