“Através do sistema de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), estamos conseguindo fazer a recuperação de nossas áreas degradadas. Nós plantamos eucalipto com mandioca e depois colocamos pasto”.
“Este sistema está nos surpreendendo porque os animais estão ganhando mais peso e nós estamos conseguindo colocar mais cabeças por hectare”.
“Um outro fator importante é que a gente tem linhas de crédito no Brasil para fazer esse tipo de trabalho. Estamos na FEICORTE divulgando a integração lavoura-pecuária-floresta e dizendo que todo produtor tem que saber que existe muito dinheiro disponível para a gente poder produzir bastante”.
“A diversificação é um dos principais benefícios da ILPF. Com ela não ficamos só numa monocultura como a pecuária. Hoje a floresta é considerada o ouro verde e tem uma rentabilidade altíssima e o casamento da árvore, com o solo, com a pastagem e com o bovino está dado muito certo. O mercado da madeira é muito diversificado e isso ajuda bastante”.
“Tornar a atividade rentável e ter a tal da sustentabilidade, com certeza é o principal desafio do produtor brasileiro. Eu posso ter uma rentabilidade alta sim e a madeira é muito saudável para o fluxo de caixa da empresa e pode ser vendida para vários mercados. Então eu acho que esse é o desafio, produzir e ter bons resultados econômicos”.
