Artigos e notícias

O tiro no pé do boi em pé

O pedido de taxação de 30% não faz sentido. É um ataque a economia de mercado. A única razão para o percentual escolhido (30%) é copiar o pedido da indústria automobilística contra carros importados. Pode-se resumir como: um número grande o suficiente para inviabilizar qualquer negócio. “Quando protegidos, os negócios locais não melhoram”, diz Michael Porter, maior especialista mundial em estratégia. Por Miguel Cavalcanti, BeefPoint

Modernizando a comercialização de gado para abate

A pecuária de corte vem mudando e melhorando muito ao longo dos anos. Cada dia mais produtiva, eficiente e moderna. Um dos lados que avança mais devagar é a questão da comercialização de gado para abate. Em sua grande maioria, pouco mudou. Ainda se vende gado da mesma forma que há muitos anos atrás. Artigo de Miguel Cavalcanti, BeefPoint.

2012: o ano do marketing da carne no mercado interno

Quais as principais tendências para a pecuária de corte brasileira? Acredito que a grande mudança é a valorização do mercado interno, que cresce em volume e em demanda por qualidade. No passado, a melhor carne era a exportada, hoje, por uma série de fatores, a melhor demanda por carne bovina está aqui mesmo, no Brasil. Precisamos aproveitar essa oportunidade e esse será um dos temas mais relevantes para 2012.

Aftosa no Paraguai e impactos para o Brasil: uma análise preliminar

Aftosa no Paraguai foi a notícia do dia 19/setembro, uma segunda-feira. Os impactos foram imediatos: Brasil, Argentina e Paraguai fecham fronteira. Países importadores param suas compras. A pecuária, que seguia muito bem por lá, sofre um duro golpe. O fantasma da aftosa volta a rondar a América do Sul. Quais são os impactos para a pecuária brasileira? O que podemos aprender e o que precisamos fazer? Esse artigo é uma análise preliminar da situação, escrito em 27/setembro.

Rentabilidade da cria é comparável a recria e engorda?

A situação atual da cria na pecuária de corte brasileira é dos temas que mais me interessa e motiva. A cria é muito pouco estudada e avaliada. É o gargalo da pecuária, é o elo mais fraco, que dá o ritmo de expansão da atividade. Se conhecermos mais a cria, como atividade econômica, fica mais fácil analisar os ciclos produtivos, fazer previsão de preços e volume de oferta no médio-longo prazo.

Desafio: não vamos mais falar de UA/ha

Mas é muito mais difícil saber qual a receita líquida (RL) por ha. E isso é o mais importante. Pouco importa qual a lotação da sua fazenda, se você não tem uma receita líquida alta. O desafio do benchmarking é mudar a conversa, mudar o discurso, de quem fala do tempo, do preço e da lotação, mas não fala do mais importante: a receita líquida por ha. Na apresentação dos resultados se falou muito mais de receita líquida do que de qualquer outro indicador.