Os resultados deste estudo nos permitem concluir que novilhos de dois anos de idade produzem carne de excelente composição nutricional. Mais, a alimentação por curto período de tempo e com baixo nível de energia em confinamento, praticamente não altera de forma negativa a composição lipídica da carne, desde que o padrão de acabamento das carcaças seja o mesmo de novilhos manejados unicamente em pastagem.
Consumo de carne levou ao desenvolvimento do cérebro humano, mostram pesquisas
“O consumo regular de carne implica que os humanos foram caçadores até então, uma vez que a alimentação à base de restos raramente fornece acesso à carne. Eu sei que isso soará horrível para os vegetarianos, mas a carne nos tornou humanos”, disse Domínguez-Rodrigo (Universidade de Madrid).
A questão é muito simples: coma carne e prospere
Um dos fatos mais interessantes para se usar quando estiver argumentando com seus amigos vegetarianos: a carne – particularmente a bovina – é uma das principais fontes dietéticas da coenzima Q10. A questão é muito simples: coma carne e prospere. Nutricionalmente falando, de qualquer maneira.
Dietas vegetarianas suprem corretamente a necessidade protéica?
Na verdade, existem alguns riscos associados com dietas vegetarianas que não garantem a ingestão adequada de nutrientes importantes. Um artigo recente da Glamour informa que uma dieta baseada em vegetais, com o acréscimo de carnes magras e peixe, é a dieta que faria as pessoas se sentirem melhor.
Carne bovina é benéfica para atividade cerebral
Os participantes com maior ingestão de proteínas tiveram 21% menos chance de exibir comprometimento cognitivo do que aqueles com menor ingestão de proteína. Aqueles cujas dietas eram ricas em gordura tiveram 42% menos chance de apresentar comprometimento cognitivo comparado com aqueles com menor ingestão de gordura.
Pessoas mais velhas deveriam comer mais carne, diz especialista canadense
As pessoas mais velhas deveriam ser estimuladas a consumir mais carne para se manterem ativas no final da vida, disse o bioquímico, Stuart Phillips, da McMaster University, de Ontário, Canadá, no Congresso Mundial de Carne em Paris. Ele disse que médicos são mais propensos a dizer aos consumidores mais velhos para reduzir o consumo, mas ele disse que o oposto é necessário para manter o tecido muscular saudável.
EUA: consumo de carnes vermelhas reduz risco de autismo
A eliminação de parte de um gene que participa da síntese de carnitina – um derivado de aminoácido que ajuda o corpo a usar a gordura para produção de energia – pode participar no desenvolvimento de uma forma moderada de autismo, disseram pesquisadores. O consumo de carnes vermelhas, especialmente entre as crianças bem novas, pode, por sua vez, reduzir as chances do desenvolvimento de autismo.
Proteína, controle de peso e saciedade (Parte 1/2)
Apesar de os mecanismos que contribuem para a obesidade serem complexos e envolverem ações conjuntas de componentes comportamentais com processos hormonais, genéticos e metabólicos (2,3), a obesidade é amplamente vista como uma condição dependente do estilo de vida com duas causas primárias: consumo excessivo de energia e atividade física insuficiente. Apesar de que, ambos os fatores devam ser considerados em qualquer tipo de intervenção individual, esse trabalho se foca principalmente no papel da proteína da dieta na regulação do peso.
Benefícios nutricionais do fígado bovino
O fígado bovino fornece uma variedade de benefícios para a saúde em formas que podem ser facilmente absorvidas pelo corpo. O fígado contém também um nível maior de colesterol do que outros alimentos, de forma que deve ser consumido com moderação. Devido às suas propriedades nutritivas, o fígado deve ser incorporado a uma dieta saudável.
EUA: mitos e fatos relacionados à carne bovina
Em 2010, o Instituto Americano de Carnes (AMI) conduziu uma pesquisa para determinar se os principais mitos incluídos na mídia popular referentes à carne faziam parte das crenças dos americanos. Esse trabalho traz alguns dos mitos mais populares nos Estados Unidos, os fatos associados a eles e foi revisado pela Associação Americana de Ciência da Carne (AMSA).
